Aulas corporativas de idiomas: como estruturar um programa que dá resultado
Muitas empresas contratam aulas de idiomas e, um ano depois, não conseguem medir nada. O problema quase nunca é o professor: é a ausência de desenho do programa.
Comece pelo diagnóstico, não pela turma
Antes de montar horários, mapeie nível real de cada participante e a demanda linguística da função: quem precisa apresentar, quem precisa negociar, quem precisa apenas ler documentação técnica.
Turmas formadas por nível homogêneo e necessidade parecida evoluem muito mais rápido do que turmas formadas por disponibilidade de agenda.
Defina objetivos observáveis
'Melhorar o inglês' não é meta. 'Conduzir a reunião semanal de status em espanhol em seis meses' é. Objetivos observáveis permitem avaliar progresso e justificar o investimento.
Formato e frequência
Individual para lideranças com agenda instável e necessidade específica; duplas e grupos pequenos para times que compartilham o mesmo contexto. Frequência mínima recomendada: duas sessões semanais.
Acompanhamento e relatórios
Presença, aulas realizadas, evolução por competência e feedback do professor devem chegar ao RH periodicamente. É isso que transforma o programa em ativo gerenciável.
No Instituto Dime, empresas parceiras acompanham tudo por um portal próprio, com relatórios de frequência e evolução — além de contarem com serviço de tradução para documentos e materiais institucionais.
Quer aprender com professores nativos?
Comece por uma entrevista sem compromisso: entendemos seu objetivo e montamos um plano de aulas ao vivo.
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